sexta-feira, 10 de junho de 2011

Sonhos

Dorothea Lange

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Para o rapazinho que está a crescer


Andar por aí

E ir a Serpa:


Clicar para ver melhor.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

ô comenzar d'o dia


Rosalia de Castro, Follas Novas
Michel Borremans

terça-feira, 7 de junho de 2011

Ainda Carlos Tê. E Rui Veloso, claro:


Em casa

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Andar por aí

Andar por aí tem imensas vantagens. Por exemplo, saber o que se passa e o que se vai passar:



Ah, pois, Carlos Tê:


domingo, 5 de junho de 2011


Já fui votar. E, pelo caminho, comprei um rico mangerico. Havia também ciganas a vender malas sem compromisso e escuteiros a vender canetas, presumo que com compromisso. E havia muita gente. Toda a gente aqui à volta sai sempre para votar. Porque vivo num sítio onde há muitos velhos. E os velhos votam. Lá vão, devagarinho, bem vestidos e penteados, alguns com as muletas, apoiados nos filhos (percebem-se as parecenças) ou no marido, ou mulher ou, muitas vezes, um no outro. Hoje, isso é que nunca tinha visto, havia fila para votar na secção 1, exactamente as dos mais velhos. Eu sou da 8, ainda falta muito tempo. Mas também vi gente nova, com ar de ir votar pela primeira vez e lembrei-me de me dizerem que tinha que votar porque senão podia ter dificuldades em arranjar emprego. Isto em 1983.

Li num blogue que estas são as eleições mais importantes desde o 25 de Abril. Pois, e nem temos em quem votar, pensei olhando para os candidatos.   

sábado, 4 de junho de 2011

Biblioteca Pública de Braga, fotografia de Ana Carneiro.

Arrumar coisas, dá nisto. Encontramos mais coisas.

Bordado

Sementes





Altura de semear.
(Porque não tive eu aulas de sueco?)

Sábado de manhã

Arrumações.

Johan Klopper

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Noite

quarta-feira, 1 de junho de 2011

When that I was and a little tiny boy,
With hey, ho, the wind and the rain,
A foolish thing was but a toy,
For the rain it raineth every day.

But when I came to man’s estate,
With hey, ho, the wind and the rain,
‘Gainst knaves and thieves men shut the gate,
For the rain it raineth every day.

But when I came, alas! to wive,
With hey, ho, the wind and the rain,
By swaggering could I never thrive,
For the rain it raineth every day.

But when I came unto my beds,
With hey, ho, the wind and the rain,
With toss-pots still had drunken heads,
For the rain it raineth every day.

A great while ago the world begun,
With hey, ho, the wind and the rain,
But that’s all one, our play is done,
And we’ll strive to please you every day.

William Shakespeare
O quarto do rapazinho. 

terça-feira, 31 de maio de 2011


O humanismo português, aqui: Dioscórides.

segunda-feira, 30 de maio de 2011



Again, again and again.