sexta-feira, 16 de abril de 2010

Por falar em Advogados:



Um Pintor

Daumier

Conhecemo-lo só de imagens de advogados e juízes, mas retratou outras realidades, por exemplo "um levantamento". 

Novo livro velho

Este é o novo livro velho da semana, de um escritor "fora de moda" mas que, com Hemingway, me acompanhou durante muito tempo, cada um por sua razão.  
Um prisioneiro célebre desta mesma prisão:




Encontrado aqui: Casa de Camilo

Fotografia

Numa das suas muitas vertentes

A Cadeia da Relação do Porto e... os prisioneiros

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Manhã cedo, a chuva



Uma capa de Almada Negreiros

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Aprendendo

A ser poeta:

"If you want to be a poet you have to take it seriously; you have to work on it the way you would work on anything else, and you have to do it every day."

Aqui: learning your own language

terça-feira, 13 de abril de 2010

Campo




segunda-feira, 12 de abril de 2010




De Elina Guimarães, lembro-me de um encontro na Faculdade de Direito de Lisboa, também com Adelino da Palma Carlos, em que este contou uma belíssima história de uma magnólia que morreu de saudades. Na altura, pareceram-me os dois muito, muito velhos e muito, muito satisfeitos, serenos e firmes. Com gosto de ser que eram e como eram. Foi isso que este livro que me chegou hoje (hoje e não noutro dia qualquer) me fez recordar. 
Segunda-Feira. Coisas sérias. Felicidade.



domingo, 11 de abril de 2010

Hoje

No campo

Aos domingos


(clicar para ler)

Leituras fora de moda, fim.

Les Voix de ma Chambre
Um pintor futurista, Gido Severini

Leituras fora de moda 5

Este regresso ao Futurismo foi provocado pela leitura de uma revista que me lembrou também que já os tinha visto todos aqui:

Leituras fora de moda 4

(clicar para ler)

Leituras fora de moda 3

Valentine de Saint-Point dans um poéme dansé 

Leituras fora de moda 2

Outro Manifesto Futurista

 (clicar para ler)

Leituras fora de moda 1

" 10. Nous voulons démolir les musées, les bibliothèques, combattre le moralisme, le féminisme et toutes les lâchetés opportunistes et utilitaires.

11. Nous chanterons les grandes foules agitées par le travail, le plaisir ou la révolte; les ressacs multicolores et polyphoniques des révolutions dans les capitales modernes; la vibration nocturne des arsenaux et des chantiers sous leurs violentes lunes électriques; les gares gloutonnes avaleuses de serpents qui fument; les usines suspendues aux nuages par les ficelles de leurs fumées; les ponts aux bonds de gymnastes lancés sur la coutellerie diabolique des fleuves ensoleillés; les paquebots aventureux flairant l'horizon; les locomotives au grand poitrail, qui piaffent sur les rails, tels d'énormes chevaux d'acier bridés de longs tuyaux, et le vol glissant des aéroplanes, dont l'hélice a des claque¬ments de drapeau et des applaudissements de foule enthousiaste.

C'est en Italie que nous lançons ce manifeste de violence culbutante et incendiaire, par lequel nous fondons aujourd'hui le Futurisme, parce que nous voulons délivrer l'Italie de Sa gangrène de professeurs, d'archéologues, de cicé¬rones et d'antiquaires.

L'Italie a été trop longtemps le grand marché des brocanteurs. Nous vou¬Ions le débarrasser des musées innombrables qui la couvrent d'innombrables cimetières.

Musées, cimetières!... Identiques vraiment dans leur sinistre coudoiement de corps qui ne se connaissent pas. Dortoirs publics où l'on dort à jamais côte à côte avec des êtres hais ou inconnus. Férocité réciproque des peintres et des sculpteurs s'entre-tuant à coups de lignes et de couleurs dans le même musée.

Qu'on y fasse une visite chaque année comme on va voir ses morts une fois par an... Nous pouvons bien l'admettre !... Qu'on dépose même des fleurs une fois par an aux pieds de la Joconde, nous le concevons !... Mais que l'on aille promener quotidiennement dans les musées nos tristesses, nos courages fragiles et notre inquiétude, nous ne l'admettons pas!.. Voulez-vous donc vous empoisonner? Voulez-vous donc pourrir?

Que peut-on bien trouver dans un vieux tableau si ce n'est la contorsion pénible de l'artiste s'efforçant de briser les barrières infranchissables à son désir d'exprimer entièrement son rêve ?

Admirer un vieux tableau c'est verser notre sensibilité dans une urne funé¬raire, au lieu de la lancer en avant par jets violents de création et d'action. Voulez-vous donc gâcher ainsi vos meilleures forces dans une admiration inutile du passé, dont vous sortez forcément épuisés, amoindris, piétinés ?

En vérité la fréquentation quotidienne des musées, des bibliothèques et des académies (ces cimetières d'efforts perdus, ces calvaires de rêves crucifiés, ces registres d'élans brisés!...) est pour les artistes ce qu'est la tutelle prolongée des parents pour des jeunes gens intelligents, ivres de leur talent et de leur volonté ambitieuse.

Pour des moribonds, des invalides et des prisonniers, passe encore. C'est peut être un baume à leurs blessures que l'admirable passé, du moment que l'avenir leur est interdit... Mais nous n'en voulons pas, nous, les jeunes, les forts et les vivants futuristes ! "
Le Manifeste du Futurisme; Marinetti

sábado, 10 de abril de 2010

Sábado de manhã


Jornais fresquinhos (pelo menos na data, que o resto é tudo requentado ou reciclado), revistas e livros para ler. E o sol lá fora.

Princípio de fim de semana, ali no Campo Grande:

E pronto, vem aí o fim de semana, tempo para descansar.

Carl Larsson; Sunday Rest
Para o fim de semana, revistas aos montes.

Depois damos notícias do que lermos.
Esta, já mais antiga, trazida da nossa delegação à neve, apanhada algures entre um aeroporto e um bar de hotel, vale a pena, sempre é a Vogue INDIA.



E é a prova de que “la petite robe noire”, ainda que com um toque étnico, ainda é o que era, um valor seguro:



Estas duas pelas razões do costume



E esta porque…
 
tem uma espécie de Boião na capa.
- Erico Veríssimo nunca liguei muito. Do que gosto mesmo é de Guimarães Rosa.

- Bem sei.



(clique)
LIVROS VELHOS

Quem é vivo sempre aparece. Anos sem saber dele e agora, reencontrei o meu original e deram-me um outro exemplar (mais um novo livro velho).


E lá volta a velha Perfídia:


Uma compra curiosa: O MOMA comprou o


“The acquisition of @ takes one more step. It relies on the assumption that physical possession of an object as a requirement for an acquisition is no longer necessary, and therefore it sets curators free to tag the world and acknowledge things that “cannot be had”—because they are too big (buildings, Boeing 747’s, satellites), or because they are in the air and belong to everybody and to no one, like the @—as art objects befitting MoMA’s collection. The same criteria of quality, relevance, and overall excellence shared by all objects in MoMA’s collection also apply to these entities.”

Daqui: MOMA
Direito Penal e arte?
Sim, por causa dos roubos de obras de arte
O mais famoso de sempre, aqui: Isabella Stewart Gardner



Tudo (ou quase) sobre roubos de obras de arte, aqui:




Uma Exposição, sugestão do Fernando Veiga Gomes:



LISBOA À BEIRA TEJO
No Padrão dos Descobrimentos e no Arquivo Fotográfico de Lisboa



E … por falar nisso

Os bichos da seda voltaram.

RSM e ISM, Criadoras de Bichos da Seda, Lda., fornecedoras das melhores casas, dispõem de exemplares novinhos em folha, gratuitos e em quantidades apreciáveis, a quem os quiser.
AS BORBOLETAS

Vão regressar.
Mas para já, ficamo-nos por lindas capas de livros:







Encontrados aqui: abe books
Um Livro



Uma lembrança daqui: 

Cimitério, Veneza