Esta enciclopédia foi-me oferecida com o encargo de eu a ir buscar ao seu local de repouso. Esta vinda aos poucos tem duas vantagens, a de ir onde ela está e a de a ver depois, aos bocadinhos com calma, ainda com o espírito da sua casa de passagem a sair de dentro das páginas. A “desvantagem” é para os leitores do Boião que, coitados, lá têm que suportar as bizarrias. Minhas e dos enciclopedistas, bem piores (ou melhores?) do que as minhas.
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sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
A enciclopédia
Desta vez, veio a Explicação.
No mesmo volume, que começa pela dicotomia liberdade/necessidade, seguem-se o determinado/indeterminado, a causa/efeito, o acaso, a previsão e possibilidade, a empíria/experiência, a dita explicação, depois a ciência, a metafísica, o paradigma, a certeza e a dúvida, a coerência, a convenção, a lei (ora cá está ela), o natural e o artificial, a experimentação, a redução, a repetição, a operatividade e, por fim, a verificação/refutação.
Não encontro explicação para isto.
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A ENCICLOPÉDIA
Que nos (vos) persegue:
A primeira palavra, e o primeiro texto, que é, sem dúvida, inimitável e exigiu alguma criatividade.
Desta vez, calhou o nº 25. Criatividade – Visão
A primeira palavra, e o primeiro texto, que é, sem dúvida, inimitável e exigiu alguma criatividade.
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sábado, 15 de maio de 2010
Anos à espera dela e chegou finalmente.
Mas isto não vai ser fácil. Neste número, fala-se do “Livro”.
Ora vejam:
A seguir ao livro, vem o Diabo, que diabo!
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