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quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Uma viagem
Que começou em Março, assim:
Anton Chekov
E depois, foi isto:
E isto
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Chekov; Sakhalin
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
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Dias com Árvores; o vento e os salgueiros
sábado, 13 de março de 2010
A Matilde Cortez Pinto lembrou-se de uma
velha amizade aqui da AB:
Aqui fica o programa de Março: CHAPITÔ MARÇO
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Chapitô
Mais POESIA
Lembrança da Cristiana Ferreira, que não se esquece de nós:
Um curso de poesia portuguesa:
Um POEMA
Ó Mãe, lembra-se de como eu gostava deste poema quando era mais pequenino?
Poema muitas vezes lido, aqui:
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Poema; Luisa Ducla Soares
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Monstra; Gulbenkian
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Lourdes castro; Manuel Zimbro; Serralves
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Japão; Pierre Lotti
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Jornais antigos; Biblioteca Nacional
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Portugal; José Mattoso
quinta-feira, 11 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Os dias passam assim
A fotografia é de José Magalhães, pode ser vista no nº 38 da Rua do Ferraz, no Porto, que fica no centro da cidade, a 250m da estação de São Bento, a 100m da Mouzinho da Silveira, e a 50m da Rua das Flores.
Encontrei-a neste blogue:http://grandmonde.blogspot.com/
Notícias de uma
LIVRARIA
“No mês passado, como já sabem, assumimos a livraria na Galeria Zé dos Bois, na rua da Barroca nº 57, no Bairro Alto, que funciona de 4ª a Sábado, das 18h às 24h. A partir de agora teremos também disponível todo o catálogo da Cinemateca Nacional, a mais interessante bibliografia de cinema editada em Portugal. Além disso as edições da Culturgest, livros de arte contemporânea e livros de artista, também podem ser encontrados neste espaço.”
A fotografia da Livraria Letra Livre que usei foi “roubada” a este blogue:
http://oarquivodabiblioteca.blogspot.com/
O ARQUIVO DA BIBLIOTECA
mostra-nos
“Livros "esquecidos" nos armários de uma biblioteca criada há 50 anos na escola Marquesa de Alorna em Lisboa.”
Porque somos o que fomos, é sempre bom olhar para trás.
Uma outra
LIVRARIA
adequada aos tempos que correm
Os livros em barcos, para as marés altas.
Veneza
UMA FOTÓGRAFA
Com vida breve mas intensa,
como é da praxe
A não perder, no CCB
Também no CCB
No CCB, também vi isto
“Isto” representa tudo o que eu abomino.
Não, não abomino sapato nem tachos.
Abomino o deslumbramento bacoco que considera isto arte.E este foi o momento modernicida da semana.
LISBOA
A sugestão da Neusa Henriques
COMEMORAÇÕES
No dia 8 de Março
O Dia Internacional da Mulher
Uma celebração que continua a fazer sentido.
Diane Airbus
E o dia escolhido por Fernando Pessoa para a epifania e aqui recordado pelo nosso bom amigo Dr. João Veiga Gomes:
“No meio de tanta confusão, era bom não esquecer e festejar mais um aniversário do “nascimento” de Alberto Caeiro, acompanhado dos seus “discípulos” Ricardo dos Reis e Álvaro de Campos. Trata-se também do “renascimento” do “ortónimo” Fernando Pessoa, já que o Discípulo Amado também começou uma nova vida quando lhe “apareceu” o Mestre.
Foi, na verdade, em 8 de Março de 1914, que, segundo escreveu o próprio Fernando Pessoa, “… se deu o aparecimento de alguém em mim, a quem dei desde logo o nome de Alberto Caeiro”. E, como reconheceu imediatamente, “ aparecera, em mim, o meu Mestre”.
Fernando Pessoa considerava, com razão, ter sido esse o “ dia triunfal” da sua vida, aquele em vieram à luz o “Guardador de Rebanhos”, a “Ode Triunfal” e outros geniais “histero- neurasténicos”… poemas…
Já lá vão quase cem anos!”
Cá está ele:
quinta-feira, 4 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Dia 3
Ao terceiro dia, Rosalia de Castro.
Has de cantar,
que che hei de dar zonchos;
has de cantar,
que che hei de dar moitos.
Has de cantar,
meniña gaiteira;
has de cantar,
que me morro de pena.
na veira da fonte;
canta, daréiche
boliños do pote.
Canta, meniña,
con brando compás,
daréiche unha proia
da pedra do lar.
Papiñas con leite
tamén che daréi;
sopiñas con viño,
torrexas con mel.
Patacas asadas
con sal e vinagre,
que saben a noces.
¡Qué ricas que saben!
¡Qué feira, rapaza,
si cantas faremos...!
Festiña por fora,
festiña por dentro.
Canta, si queres,
rapaza do demo;
canta, si queres;
daréiche un mantelo.
Canta, si queres,
na lengua que eu falo.
Daréiche un mantelo.
Daréiche un refaixo.
Co son da gaitiña,
co son da pandeira,
che pido que cantes,
rapaza morena.
Co son da gaitiña,
co son do tambor,
che pido que cantes,
meniña, por Dios.
Asi mo pediron
na beira do mar,
ó pe das ondiñas
que veñen e van.
terça-feira, 2 de março de 2010
Dia 2
Música, levai-me:
Onde estão as barcas?
Onde são as ilhas?
Eugénio de Andrade, o poeta que, reza a lenda, está nos primórdios do Boião.
Aqui, nas palavras recordadas no dia em que todos os dias se juntaram.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Dia 1
Hoje é o dia primeiro depois dos dias todos que estão para trás neste blogue.
É o dia primeiro de novos dias em que estarei mais presente por aqui, depois de um período inicial, mais distante e experimental.
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